Charges em tempos de (des)governo

Mais um ótimo debate promovido pelo Jornalismo B, desta vez com uma novidade: será num sábado à tarde. Dia 26 de setembro, às 15h.

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Já que falamos em “charges” e “(des)governo”, vale a pena conferir a seleção do Tinta China, para o post especial “Semana Esfarrapada”.

E os chargistas da GRAFAR não escondem: lamentarão muito a saída da Yeda do Piratini. Afinal, nunca houve algum (des)governo que rendesse tantas piadas como o atual!

Televilão

Dando uma olhada no Tinta China, achei essa sensacional série do Canini: Televilão. O próprio nome já diz muito, né? E uma das melhores charges da série é esta que está abaixo:

Graças à televisão, a maior parte da população gaúcha apóia a truculência da Brigada Militar do Coronel Mendes sem pestanejar. Acham que “tem que dar pau mesmo nesse monte de vagabundo”. Aliás, naquela época criticavam (e ainda hoje criticam!) toda hora a política de segurança pública do Olívio (atacavam o governo até em programa de esportes!), porque a Brigada “perguntava antes de atirar” – ou seja, não era padrão em suas operações bater ou atirar em qualquer um sem saber se tinha cometido algum crime. Hoje, ela dá muita cassetada, atira, e nem sequer pergunta! E a criminalidade no Estado, diminuiu? Que eu saiba, ela aumentou…

Como diz a frase de B. C. Cohen no cabeçalho do Dialógico, “A mídia não diz o que fazer, mas ela diz o que pensar.”